A
ANPB nasceu em 1992 - Por um grupo de padres que sentiu a hora de
criar uma associação que se diferenciasse da CNC,
oficialmente vinculada à CNBB. A Associação
se distinguira pela liberdade de inscrição dos seus
filiados, pela ampla discussão de todos os problemas ligados
à vida e ministério presbiterial e pela defesa intransigente
dos direitos dos padres dentro e fora da Igreja.
Consciência
de um Direito - Os padres do Brasil fizeram valer o direito natural
de associação reconhecido pelo Código de Direito
Canônico (C.278) e até mesmo incentivado pelo Papa
João Paulo II quando em 1991 dirigiu-se aos bispos do Nordeste
em visita ad limina.
Incentivada
por João Paulo II - Na ocasião, disse o Papa: "Sei
que em vossa Igrejas os Presbíteros procuram consolidar sua
fraternidade presbiterial de vários modos e até em
associações de presbíteros. Que estas tenham
por objetivo aprofundar os vínculos da caridade; que não
criem jamais desunião, mas unidade e comunhão.
Apoiada
pelos Bispos - A palavra amiga, o apoio e mesmo a filiação
de alguns bispos deu à Associação a certeza
de estar no caminho certo. Ela conserva na memória a carinhosa
manifestação de Dom Antônio Fragoso, segundo
o qual, ''Sem os padres os bispos ficam sem asas para voar''.
Para
ser ajuda aos Padres - A Associação Nacional dos Presbíteros
do Brasil quer promover, assistir, ajudar e defender os padres do
Brasil. Este objetivo geral inclui a santidade, a fraternidade e
a formação permanente dos padres, sem esquecer o lazer
e o intercâmbio de experiências.
E
incentivar sua cidadania - A primeira fase foi a instalação
de uma infraestrutura mínima que permitisse funcionar a ANPB
- sede, telefone, computador, uma secretária permanente.
Simultaneamente
a ANPB foi aumentando o número de seus filiados.
Incentivou
a criação de associações regionais e
realizou um encontro com as mesmas. Participou através de
sua diretoria de assembléias e encontros. Fez-se ouvir nos
momentos em que a vida e o ministério dos presbíteros
estiveram em discussão dentro e fora da Igreja.
A
Grande Bandeira agora é a Cidadania do Padre na Igreja e
na Sociedade. |